Bem. Margem de erro, intervalo de confiança, tudo bem. Mas senti dificuldade no entendimento de como a opinião vira estatística e vice-versa. Pense comigo... Se para verificar se uma sopa que minha mãe fez está boa sem precisar bebe-la toda, eu preciso um método amostral consistente que me leve a mexer bem a bendita (a sopa e não a minha mãe, convenhamos...) para evitar distorções na amostra (colherada que darei com sal devidamente distribuído na totalidade da sopa), por exemplo, imagine o que devo "mexer" quando a "amostra representativa" trata-se de uma opinião sobre algo? A sopa a gente até entende o porquê da mexidinha ser tão importante. Mas como é isso com gente humana assim, tão contraditória? A elegância corretiva da "margem de erro" e do "intervalo de confiança" traduzem bem o que de contraditório pode existir numa "opinião"? Fico tão escasquetado com essas coisas.
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