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sexta-feira, novembro 28, 2008

Levis-Strauss: Homenagem Estrutural aos seus 100 anos

Hoje, sexta feira 28 de novembro de 2008, comemora-se o centenário de Claude Lévis-Strauss. Para quem não conhece a obra do famoso antropólogo francês é uma ótima oportunidade de fazer o primeiro contato com os escritos do pai da antropologia estrutural. Para quem domina o francês a dica é dar uma olhada nas homenagens do Courrier De L’ UNESCO. O velhinho, longe de ser o Papai Noel, foi estudioso erudito atento dos mitos de diversas culturas. E é com essa imagem que ele aparece vivinho da silva em uma homenagem feita pela TV Arte. Vale a pena assistir o vídeo baseado no Tristes Trópicos. No site da Arte você também encontra discursos e textos de Levis-Strauss sobre a relação entre raça e cultura. Um deles podemos inclusive ouvir o áudio. Em português, Ana Cesar lembrou da comemoração.

Senti falta de comentários críticos, mas acho que essas datas comemorativas são assim mesmo. A ciência fica um pouco de lado, talvez infelizmente, e fica o mito... se conseguirmos sobrepor essa linguagem e decifrar a espinha dorsal que a estrutura, fica aquele saborosa sensação de que apesar da continuidade, o mito Lévis-Strauss não é apenas um invariante estrutural dos outros mitos que ele tanto analisou a ponto de propor um método universal para dar inteligibilidade a todos eles!

Quem sou eu (no blogue)

Recife, Pernambuco, Brazil
Aqui farei meu diario quase intimo. Mentirei quando preciso. Escreverei em português e, mal ou bem, seguirei com certa coerência as ocilações do espirito, carater e gosto. Desprovido de inteligência precisa, justa será apenas o nome da medida que busca o razoavel no dito. Esperançoso. Jovem gasto, figura preguiçosa e de melancolia tropical sem substância. Porém, como já exprimido em primeiro adjetivo, qualificado e classificado na etiqueta quixotesca. Com Dulceneas e figuras estranhas o "oxymore" pode ser visto como ode a uma máxima de realismo outro do de Cervantes: "bien écrire le médiocre", dizia Flaubert. Mediocres serão meus dizeres. Bem ditos, duvido. Por isso convenho: os grandes nomes citados não devem causar efeito de legitimação. E previno: o estilo do autor das linhas prometidas é tosco, complicado e chato. O importante é misturar minha miséria com outras. Assim o bem dito será o nome de uma vontade de partilhar uma condição e não o da sutileza formal. A bem dizer, aqui findo com minha introdução.