sábado, março 12, 2005

Sem tempo


Sem tempo para escrever aqui, vou só ficar deixando algumas frases. Só para fazer graça e dar a rir do meu ridículo. No espírito ora hipócrita ora ingênuo(às vezes uma mistura dos dois) do governo Lula, uma tentativa de melhorar a auto-estima -nunca vi piada tão de mau gosto-, de mostrar ao menos que esse blogue quer continuar vivo... Como o Brasil.

Frase escolhida: " Não está ao meu alcance criar uma sociedade ideal. Contudo, está ao meu alcance descrever o que, na sociedade existente, não é ideal para nenhuma espécie de existência humana em sociedade. [...]Minha perspectiva{...} trata-se de equacionar, sociologicamente, a negação de um presente indesejável." (Florestan Fernandes, em prefácil à segunda edição de A Revolução Burguesa no Brasil).

Até mais,

Jampa

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Quem sou eu (no blogue)

Recife, Pernambuco, Brazil
Aqui farei meu diario quase intimo. Mentirei quando preciso. Escreverei em português e, mal ou bem, seguirei com certa coerência as ocilações do espirito, carater e gosto. Desprovido de inteligência precisa, justa será apenas o nome da medida que busca o razoavel no dito. Esperançoso. Jovem gasto, figura preguiçosa e de melancolia tropical sem substância. Porém, como já exprimido em primeiro adjetivo, qualificado e classificado na etiqueta quixotesca. Com Dulceneas e figuras estranhas o "oxymore" pode ser visto como ode a uma máxima de realismo outro do de Cervantes: "bien écrire le médiocre", dizia Flaubert. Mediocres serão meus dizeres. Bem ditos, duvido. Por isso convenho: os grandes nomes citados não devem causar efeito de legitimação. E previno: o estilo do autor das linhas prometidas é tosco, complicado e chato. O importante é misturar minha miséria com outras. Assim o bem dito será o nome de uma vontade de partilhar uma condição e não o da sutileza formal. A bem dizer, aqui findo com minha introdução.